1º Período, aqui estão os códigos que vimos na nossa última aula: https://www.mediafire.com/?4x8kucaz7g7xnhr. Usem como base para desenvolver o dever de casa. Vocês devem criar uma página para cada profissão que listaram a partir do blog http://profissoesemti.wordpress.com/. Na próxima aula vamos conferir o resultado.
A propósito, entrem no nosso grupo do Facebook. Sempre rola umas conversas interessantes sobre o curso. Acessem: https://www.facebook.com/groups/142344642500296/.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Material de HTML
Para o 1º Período de Sistemas, 2014, aqui está o link para download dos conteúdos iniciais da nossa disciplina:
quarta-feira, 28 de março de 2012
Novo cenário para o 3º período
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) organiza o Campeonato Mundial de Fórmula 1 e faz a inscrição necessária para a participação das equipes. O campeonato é o conjunto de 20 corridas que serão disputadas ao longo de um ano, cada uma em um autódromo diferente. Não existem corridas de Fórmula 1 válidas fora do campeonato e a FIA gerencia apenas um Campeonato dessa categoria.
As equipes interessadas em participar do campeonato devem se inscrever junto à FIA. Ao todo, doze equipes participam do campeonato.
Não há a obrigação de uma equipe participar de todas as corridas, devido a problemas diversos, como carros, pilotos, patrocínios, etc. A FIA aceita inscrever, no máximo, doze equipes e um mínimo de três equipes para considerar a realização do campeonato.
Uma equipe que deseja participar do campeonato deve manter apenas dois carros e dois pilotos principais. A equipe tem pilotos de testes, no mínimo 1 e no máximo 3, que não participam das corridas, e pode ter o número de mecânicos que achar necessário para suas atividades durante o campeonato.
Cada piloto guia o seu próprio carro. Não é permitido que um piloto use o carro de seu companheiro de equipe.
A cada corrida, os pilotos acumulam pontos conforme sua colocação ao final de uma corrida.
Embora não seja uma determinação explícita da FIA, cada equipe tem seu piloto principal entre os dois contratados.
Em cada corrida, a FIA destaca cinco (15) comissários que irão controlar a prova, seja na pista ou no paddock. Para que uma corrida seja válida, ela deve iniciar com, no mínimo, 50% do total de carros inscritos no campeonato.
Novo cenário para o 5º Período
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) organiza o Campeonato Mundial de Fórmula 1 e gerencia as inscrições das equipes. O campeonato é o conjunto de 20 corridas que serão disputadas ao longo de um ano, cada uma em um autódromo diferente. Não existem corridas de Fórmula 1 válidas fora do campeonato e a FIA gerencia apenas um Campeonato dessa categoria.
As equipes interessadas em participar do campeonato devem se inscrever junto à FIA. Ao todo, doze equipes participam do campeonato. Não há a obrigação de uma equipe participar de todas as corridas, devido a problemas diversos, como carros, pilotos, patrocínios, etc. A FIA aceita inscrever, no máximo, doze equipes e um mínimo de três equipes para considerar a realização do campeonato.
Uma equipe que deseja participar do campeonato deve manter apenas dois carros e, no mínimo, dois pilotos, que serão os principais. Demais pilotos serão considerados pilotos de teste. A equipe pode ter pilotos de testes, que não participam das corridas, e pode ter o número de mecânicos que achar necessário para suas atividades durante o campeonato. Cada piloto guia o seu próprio carro. Não é permitido, durante uma corrida, que um piloto use o carro de seu companheiro de equipe. Os pilotos de teste usam os carros da equipe apenas fora das corridas. A cada corrida, os pilotos acumulam pontos conforme sua colocação ao final de uma corrida. Embora não seja uma determinação explícita da FIA, cada equipe tem seu piloto principal entre os dois que participam das corridas.
Em cada corrida, a FIA destaca comissários que irão fiscalizar a prova, seja na pista ou no paddock. Para que uma corrida seja válida, ela deve iniciar com, no mínimo, 25% do total de carros inscritos no campeonato.
DIAGRAMA PARA O 5º PERÍODO
http://www.4shared.com/photo/M5nv24d6/Frmula_1_5P.html
domingo, 25 de março de 2012
CONTEÚDO DE CLASSES DE DOMÍNIO - UML
Material para o 3º e o 5º período, referente ao estudo dos diagramas de classes de domínio da UML.
http://www.4shared.com/office/pfq0ppKG/file.html?
http://www.4shared.com/office/pfq0ppKG/file.html?
quarta-feira, 21 de março de 2012
CENÁRIO PARA DIAGRAMA DE CLASSES
DIAGRAMA DE CLASSES - CAMPEONATO DE FÓRMULA 1
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) organiza o Campeonato Mundial de Fórmula 1 e a participação das equipes. O campeonato é o conjunto de 20 corridas que serão disputadas ao longo de um ano, cada uma em um autódromo diferente. Não existem corridas de Fórmula 1 válidas fora do campeonato e a FIA gerencia apenas um Campeonato dessa categoria.
As equipes interessadas em participar do campeonato devem se inscrever junto à FIA. Ao todo, doze equipes participam do campeonato. Não há a obrigação de uma equipe participar de todas as corridas, devido a problemas diversos, como carros, pilotos, patrocínios, etc. A FIA aceita inscrever, no máximo, doze equipes e um mínimo de três equipes para considerar a realização do campeonato.
Uma equipe que deseja participar do campeonato deve manter apenas dois carros e dois pilotos principais. A equipe pode ter pilotos de testes, que não participam das corridas, e pode ter o número de mecânicos que achar necessário para suas atividades durante o campeonato. Cada piloto guia o seu próprio carro. Não é permitido que um piloto use o carro de seu companheiro de equipe. A cada corrida, os pilotos acumulam pontos conforme sua colocação ao final de uma corrida. Embora não seja uma determinação explícita da FIA, cada equipe tem seu piloto principal entre os dois contratados.
Em cada corrida, a FIA destaca comissários que irão controlar a prova, seja na pista ou no paddock. Para que uma corrida seja válida, ela deve iniciar com, no mínimo, 25% do total de carros inscritos no campeonato.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
MATERIAL PARA PROVA DE UML
No link a seguir vocês encontrarão os arquivos com conteúdos para a prova de UML.
http://www.4shared.com/folder/cK5NEWvf/UML.html
O livro do Eduardo Bezerra, que temos na biblioteca da faculdade, pode ser baixado em :
http://www.4shared.com/rar/CPXf-cEU/Princpios_de_Anlise_e_Projeto_.html
http://www.4shared.com/folder/cK5NEWvf/UML.html
O livro do Eduardo Bezerra, que temos na biblioteca da faculdade, pode ser baixado em :
http://www.4shared.com/rar/CPXf-cEU/Princpios_de_Anlise_e_Projeto_.html
terça-feira, 11 de outubro de 2011
ALGORITMO MERGESORT
Ainda existe uma discussão sobre o assunto, mas apareceram evidências de que o algoritmo mergesort foi proposto por John Von Neumann em 1945. Essa discussão existe, pois estudar as várias contribuições que ele fez é, ao mesmo tempo, complexa e fascinante. Essa complexidade devesse em parte a existência de muitas fontes de informação, algumas pouco acessíveis, outras discordantes entre si ou polêmicas. A atribuição a ele veio de Knuth, que argumentou no seu livro ‘Arte de Programação Computacional: Ordenando e Procurando’ que Von Neumann foi o primeiro a descrever a idéia.
GIACON, André P., et al. MERGESORT. Faculdade de Tecnologia - Unicamp, 2010
void mergesort(int *vet,int inicio,int fim){
if(inicio == fim ) { return; }
int meio = (inicio + fim )/2;
mergesort(vet, inicio, meio );
mergesort(vet, meio + 1, fim);
int k = 0;
int i = inicio;
int j = meio + 1;
//A linha abaixo cria um novo vetor auxiliar
int *vetaux = (int *) malloc(sizeof (int) * (fim-inicio+1));
while( i < meio + 1 || j < fim + 1 ) {
if( i == meio + 1 ) {
vetaux[k] = vet[j];
j++;
k++;
}else{
if ( j == fim + 1 ) {
vetaux[k] = vet[i];
i++;
k++;
}else{
if( vet[i] < vet[j] ) {
vetaux[k] = vet[i];
i++;
k++;
}else{
vetaux[k] = vet[j];
j++;
k++;
}
}
}
}
//Este laco copia o vetor auxiliar no vetor principal
for( i = inicio; i <= fim; i++ ){
vet[i] = vetaux[i - inicio];
}
}
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
ADEUS STEVE... E MUITO OBRIGADO!
Digito este texto em meu computador pessoal, pequeno, leve e poderoso, para homenagear o homem que tornou possível a existência deste equipamento aqui, na minha frente, fazendo parte da minha vida. Desde já, obrigado, Steve Jobs.
Nunca tive um computador Apple; nunca usei um sistema Apple; sempre vivi rodeado de IBM-PC's, DOS, Windows e outros mais. Mas, mesmo sem ter feito parte dos produtos criados por este humano ímpar, sei reconhecer que foi apenas por causa de Jobs que tenho o privilégio de viver um período da história deste planeta repleto de tecnologia ao alcance das pessoas comuns.
Este foi o sonho de Jobs, sonho renegado pelos grandes de sua época, mas que não o abalaram em sua visão: pessoas comuns podem ter computadores. Desde que as coisas ficaram sérias na minha vida, foi o meu trabalho com computadores que me manteve erguido. Tudo o que eu sou hoje, tudo o que eu tenho, tudo o que eu construí, só foi possível porque Steve Jobs não desistiu. Sem ele, provavelmente apenas os meus netos teriam computadores iguais aos que eu posso ter hoje.
Steve Jobs foi um daqueles humanos iluminados, que a partir de agora ganha a eternidade pelo trabalho que fez permanecer. Podem passar décadas, séculos, pode a tecnologia evoluir para além da mais ousada ficção científica, ainda assim a marca da maçã jamais será esquecida. Jobs não morreu... Jobs foi para as nuvens!
Nunca tive um computador Apple; nunca usei um sistema Apple; sempre vivi rodeado de IBM-PC's, DOS, Windows e outros mais. Mas, mesmo sem ter feito parte dos produtos criados por este humano ímpar, sei reconhecer que foi apenas por causa de Jobs que tenho o privilégio de viver um período da história deste planeta repleto de tecnologia ao alcance das pessoas comuns.
Este foi o sonho de Jobs, sonho renegado pelos grandes de sua época, mas que não o abalaram em sua visão: pessoas comuns podem ter computadores. Desde que as coisas ficaram sérias na minha vida, foi o meu trabalho com computadores que me manteve erguido. Tudo o que eu sou hoje, tudo o que eu tenho, tudo o que eu construí, só foi possível porque Steve Jobs não desistiu. Sem ele, provavelmente apenas os meus netos teriam computadores iguais aos que eu posso ter hoje.
Steve Jobs foi um daqueles humanos iluminados, que a partir de agora ganha a eternidade pelo trabalho que fez permanecer. Podem passar décadas, séculos, pode a tecnologia evoluir para além da mais ousada ficção científica, ainda assim a marca da maçã jamais será esquecida. Jobs não morreu... Jobs foi para as nuvens!
terça-feira, 4 de outubro de 2011
ALGORITMO HEAPSORT PARA O 4º PERÍODO DE SISTEMAS
Um heap é uma estrutura de dados organizada como árvore binária. Existem dois tipos de heaps: Os heaps de máximo (max heap), em que o valor de todos os nós são menores que os de seus respectivos pais; e os heaps de mínimo (min heap), em que o valor todos os nós são maiores que os de seus respectivos pais. Assim, em um heap de máximo, o maior valor do conjunto está na raíz da árvore, enquanto no heap de mínimo a raíz armazena o menor valor existente.
void heapsort( vetor, elementos ) {
int i = n / 2;
int t, pai, filho, inf, j;
inf=1;
while(inf){
if( i > 0 ) {
i--;
t = vet[i];
}else{
n--;
if ( n == 0 ) { return; }
t = vet[n];
vet[n] = *vet;
}
pai = i;
filho = 2 * pai + 1;
while(filho<n) {
if(filho+1<n && vet[filho+1]>vet[filho]){
filho++;
}
if( vet[filho] > t ) {
vet[pai] = vet[filho];
pai = filho;
filho = 2 * pai + 1;
}else{
break;
}
}
vet[pai] = t;
}
}
void heapsort( vetor, elementos ) {
int i = n / 2;
int t, pai, filho, inf, j;
inf=1;
while(inf){
if( i > 0 ) {
i--;
t = vet[i];
}else{
n--;
if ( n == 0 ) { return; }
t = vet[n];
vet[n] = *vet;
}
pai = i;
filho = 2 * pai + 1;
while(filho<n) {
if(filho+1<n && vet[filho+1]>vet[filho]){
filho++;
}
if( vet[filho] > t ) {
vet[pai] = vet[filho];
pai = filho;
filho = 2 * pai + 1;
}else{
break;
}
}
vet[pai] = t;
}
}
terça-feira, 27 de setembro de 2011
FUNÇÃO QUICKSORT PARA O 4º PERÍODO DE SISTEMAS
void quicksort( int *vet, int n ) {
int i;
int aux = 0;
int posesq = 0;
int posdir = n-1;
int pivo = vet[n/2];
do{
while(vet[posesq]<pivo)posesq++;
while(vet[posdir]>pivo)posdir--;
if( posdir >= posesq ){
aux=vet[posesq];
vet[posesq]=vet[posdir];
vet[posdir]=aux;
posdir--;
posesq++;
}
}while(posdir>=posesq);
if (posdir) {
quicksort(vet,posdir+1);
}
if(posesq<n-1){
quicksort(vet + posesq, n - posesq );
}
}
int i;
int aux = 0;
int posesq = 0;
int posdir = n-1;
int pivo = vet[n/2];
do{
while(vet[posesq]<pivo)posesq++;
while(vet[posdir]>pivo)posdir--;
if( posdir >= posesq ){
aux=vet[posesq];
vet[posesq]=vet[posdir];
vet[posdir]=aux;
posdir--;
posesq++;
}
}while(posdir>=posesq);
if (posdir) {
quicksort(vet,posdir+1);
}
if(posesq<n-1){
quicksort(vet + posesq, n - posesq );
}
}
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
CONTÁBEIS - AULA DE LABORATÓRIO - 19/09/2011
Sabe-se que os Sistemas de Processamento de Transações – SPT’s – são aqueles sistemas que tratam das atividades rotineiras de uma organização. Muitas empresas decidem adquirir sistemas prontos, os chamados "pacotes", para informatizar seus processos. Escolher um sistema pode até parecer uma tarefa simples, mas a escolha de um bom produto é determinante para o sucesso ou fracasso da sua implantação e utilização no dia a dia da empresa.
Lembre-se sempre das características esperadas em um sistema pronto:
- Parametrização: Parametrização é o processo de decisão e definição dos parâmetros necessários para uma especificação completa ou relevante do sistema. É a capacidade do sistema para se adaptar às entradas específicas da empresa.
- Escalabilidade: habilidade do sistema para manipular uma porção crescente de trabalho, de forma uniforme, sem perdas consideráveis de processamento. Um bom sistema deve estar preparado para crescer.
- Integração: disponibilização de recursos que permitam a exportação e importação de dados para outros sistemas com as mesmas características funcionais, ou que requeiram dados já armazenados, evitando o retrabalho de digitação.
- Portabilidade: capacidade de ser executado em diferentes arquiteturas, seja de hardware ou de software.
- Registro de atividades: também conhecido como “log”, registra as ações de todos os usuários dentro do sistema, fornecendo uma visão sobre cada inclusão, exclusão ou alteração realizada nas transações.
TAREFA
Sua tarefa é encontrar na internet anúncios de sistemas de informações voltados para a contabilidade. Você pode pesquisar por "sistemas de informações contábeis", "sistemas de contabilidade" ou produtos específicos, como SPED, NF-e, folha de pagamento, dentre outros que você julgar importante para o trabalho contábil. Ao encontrar o software você deve, analisar o anúncio e adicionar um comentário neste post, contendo:
- os nomes dos integrantes do seu grupo.
- O NOME do software encontrado ou o nome do seu FABRICANTE (ou ambos).
- O PREÇO do software e como ele pode ser instalado na empresa.
- Escreva se o software encontrado apresenta, em seu anúncio, alguma das 5 características esperadas (de preferência todas elas, é claro!).
Bom trabalho!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
2º PERÍODO DE SISTEMAS - MATERIAIS PARA DOWNLOAD
2º PERÍODO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ACESSEM SEUS MATERIAIS PARA DOWNLOAD:
http://www.4shared.com/folder/-CajRwzP/Sistemas_2P.html
http://www.4shared.com/folder/-CajRwzP/Sistemas_2P.html
sábado, 20 de agosto de 2011
2º PERÍODO CONTÁBEIS - MATERIAIS PARA DOWNLOAD
ACESSEM:
http://www.4shared.com/folder/JYHraFRU/Contabeis_2P.html
http://www.4shared.com/folder/JYHraFRU/Contabeis_2P.html
4º PERÍODO SISTEMAS - MATERIAIS PARA DOWNLOAD
MATERIAIS DE APOIO PARA ESTRUTURA DE DADOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES:
http://www.4shared.com/folder/DGv58BL9/Sistemas_4P.html
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Função para gerar vetor de 1000 posições com elementos randomicos:
void vetor_aleatorio(int *vet){
int i,r;
system("cls");
srand(time(NULL));
for(i=0; i<MAXT; i++){
r=rand()%MAXT;
printf("%i - %i\n",i,r);
vet[i]=r;
}
printf("\nVETOR GERADO COM SUCESSO\n");
getch();
http://www.4shared.com/folder/DGv58BL9/Sistemas_4P.html
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Função para gerar vetor de 1000 posições com elementos randomicos:
void vetor_aleatorio(int *vet){
int i,r;
system("cls");
srand(time(NULL));
for(i=0; i<MAXT; i++){
r=rand()%MAXT;
printf("%i - %i\n",i,r);
vet[i]=r;
}
printf("\nVETOR GERADO COM SUCESSO\n");
getch();
}
quarta-feira, 25 de maio de 2011
NÚMEROS PRIMOS NA INFORMÁTICA - CRIPTOGRAFIA
Números primos são números inteiros que apenas são divisíveis por eles mesmos e 1, como no exemplo abaixo:
| 5 % 5 = 1 5 % 4 = ? 5 % 3 = ? 5 % 2 = ? 5 % 1 = 5 | 6 % 6 = 1 6 % 5 = ? 6 % 4 = ? 6 % 3 =2 6 % 2 = 3 6 % 1 = 5 |
| É primo | Não é primo |
A interrogação foi colocada no exemplo nos resultados que não geram números inteiros. Pode-se observar que o número 5 é primo, pois tem apenas dois divisores, já o número 6 é composto, tem 3 divisores.
Na informática os números primos são utilizados na criptografia. Quando você acessa um banco, por exemplo, existe um sistema de criptografia que a partir de números primos gera chaves de segurança, não permitindo que pessoas não autorizadas descubra o que está sendo feito.
Na informática os números primos são utilizados na criptografia. Quando você acessa um banco, por exemplo, existe um sistema de criptografia que a partir de números primos gera chaves de segurança, não permitindo que pessoas não autorizadas descubra o que está sendo feito.
domingo, 22 de maio de 2011
METÁFORAS NO DESIGN DE INTERFACES
Até que ponto e como elas ajudam o usuário a interagir com sistemas computacionais?
Metáforas nos ajudam a construir modelos mentais sobre o artefato com o qual interagimos e, muitas vezes, nos permite usar conhecimento de objetos concretos, familiares e experiências anteriores para dar estrutura a conceitos mais abstratos.
Pessoas usando um software editor de textos pela primeira vez vêem similaridade com a máquina de escrever – ambos têm elementos em comum: um teclado, barra de espaço, tecla de retorno. Ambos têm, também, relações em comum: somente um caractere pode ser teclado por vez, ao pressionar-se uma tecla, o caractere
correspondente aparece em um meio visível, etc. Essa similaridade é que permite que o sujeito ative o modelo mental da máquina de escrever para interpretar e predizer como o editor de textos funciona. Elementos e relações são, portanto, carregados de um domínio familiar para um domínio não familiar.
COMO GERAR METÁFORAS ADEQUADAS NA INTERFACE?
Conscientes de que o objetivo da metáfora na interface é prover o usuário com um modelo do sistema com o qual deverá interagir, vários estudiosos do assunto propõem o uso de metáforas em design através de um processo baseado nas seguintes etapas:
(1) entender a funcionalidade do sistema a ser criado;
(2) como nenhuma metáfora consegue modelar todos os aspectos da funcionalidade de um sistema, deve-se
identificar as partes mais difíceis para o usuário;
(3) metáforas que “suportem” o modelo requerido, devem ser geradas e avaliadas.
Na geração de metáforas candidatas, notar metáforas já implícitas na descrição do problema e procurar eventos reais, objetos ou organizações que incorporem algumas das características que os usuários acham difícil entender. Das metáforas geradas, escolher uma através da qual será expressa a funcionalidade do sistema, com base nos aspectos de estrutura, sua aplicabilidade, poder de representação, adequação à audiência e possibilidade de extensão.
VOCÊ É CAPAZ DE IDENTIFICAR BOAS METÁFORAS?
Analise as imagens a seguir. Depois, participe, postando em um comentário qual a finalidade representada por cada um destes ícones em uma interface, de acordo com sua percepção.
ROCHA, Heloísa Vieira, BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. DESIGN E AVALIAÇÃO DE INTERFACES HUMANO-COMPUTADOR. Instituto de Computação: UNICAMP, 2003.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
INTERNET 2: UM ADMIRÁVEL MUNDO NOVO!?
Você já ouviu falar da Internet 2!? Isso mesmo, uma nova Internet, que está em construção neste momento, enquanto você lê este texto.
A Internet2 é projeto de colaboração entre mais de 100 universidades americanas para desenvolver aplicativos de pesquisa e aprendizado avançados através da rede. Como o ensino e pesquisa pode requerer multimídia em tempo real e consquentemente uma elevada taxa de transferência, uma das prioridades da I2 é prover estrutura suficiente para que isso aconteça. Mas a I2 não é só isso, com ela pretende-se também desenvolver novos usos para a estrutura de internet e internet2 com propósitos educacionais. Apesar de a Internet2 não ser vista como uma substituta para internet, seus organizadores esperam dividir suas descobertas com outros tipos de rede, incluindo a internet. As instituições envolvidas pretendem ainda usar a internet para funções mais simples, como e-mail, newsgroups ou acesso à páginas da www.
(Fonte: http://www.dcc.ufrj.br/~schneide/es/2000/1/ex1/al10_23_a.htm)
E quais serão as possibilidades da Internet no futuro? Para ajudar você a visualizar este amanhã da era digital, assista à entrevista do Dr. Ivan Moura Campos, coordenador do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI):
Em sala de aula, nós já estudamos a origem da Internet e sabemos: ela começou como um recurso puramente acadêmico e depois espalhou-se pelo mundo afora, chegando ao que é hoje.
Entre as propostas da Internet 2, muitas estão relacionadas ao conceito de Web Semântica, o que significa também uma nova forma de construir o código XHTML/CSS. Da maneira como são feitos hoje, em sua maioria, torna impossível qualquer tentativa de estruturação de dados para gerar informações desejadas.
Você, como futuro profissional de Sistemas de Informação, está diretamente envolvido neste contexto histórico. Por isso, deve começar a se preparar desde já, pensando de forma bem crítica sobre esse assunto.
De imediato, pesquise um pouco mais sobre a Internet 2 e responda aos seguintes questionamentos:
- Como o profissional deve se preparar para atuar neste novo paradigma, da Internet 2?
- Em sua visão profissional, que exigências poderão existir, na Internet 2, para que um site seja hospedado em um de seus servidores?
Escreva suas respostas nos comentários desta postagem. Leia o que seus colegas escreveram e, se oportuno, comente também as suas opiniões. Não se esqueça de citar as fontes de sua pesquisa.
Bons estudos!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
META TAGS
As meta tags são uma ótima maneira para os webmasters fornecerem informações sobre seus sites a mecanismos de pesquisa. As meta tags são usadas para fornecer informações para todos os tipos de clientes e cada sistema processa somente as meta tags que entendem, ignorando as restantes. As meta tags são adicionadas à seção <head> da sua página em HTML, e geralmente têm esta aparência:
<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"> <html> <head> <META NAME="Descrição" CONTENT="Autor: A.N. Autor, Ilustrador: P. Picture, Categoria: Livros, Preço: £9.24, Tamanho: 784 páginas"> <META http-equiv="Content-Type" CONTENT="text/html; charset=iso-8859-1"> <META NAME="verificação-de-site-do-google" CONTENT="+nxGUDJ4QpAZ5l9Bsjdi102tLVC21AIh5d1Nl23908vVuFHs34="/> <title>Exemplos de livros - livros usados de alta qualidade para crianças</title> <META NAME="robots" CONTENT="noindex,nofollow">O Google entende as seguintes meta tags (e itens relacionados):
| <meta name="descrição" content="Uma descrição da página" /> | Essa tag fornece uma descrição breve da página. Em algumas situações, essa descrição é usada como parte de um snippet exibido nos resultados de pesquisa. Mais informações |
| <title>O título da página</title> | Embora não seja tecnicamente uma meta tag, essa tag é frequentemente usada com a tag "descrição". O conteúdo dessa tag geralmente é exibido como o título nos resultados de pesquisa (e, claro, no navegador do usuário). Mais informações |
| <meta name="robots" content="..., ..." /> <meta name="googlebot" content="..., ..." /> | Essas meta tags controlam o comportamento do rastreamento e da indexação dos mecanismos de pesquisa. A meta tag robots se aplica a todos os mecanismos de pesquisa, enquanto a meta tag "googlebot" é específica do Google. Os valores padrão são "index, follow" (o mesmo que "all") e não é necessário especificá-los. Nós entendemos os seguintes valores (ao especificar diversos valores, separe-os com uma vírgula):
|
| <meta name="google" content="notranslate" /> | Quando reconhecemos que o conteúdo de uma página não está no idioma desejado pelo usuário, oferecemos um link para uma tradução nos resultados de pesquisa. Geralmente, isso oferece a oportunidade de fornecer seu exclusivo e atraente conteúdo para um grupo muito maior de usuários. No entanto, há situações em que isso não é o desejado. Essa meta tag diz ao Google que você não deseja que forneçamos uma tradução para essa página. Mais informações |
| <meta name="google-site-verification" content="..." /> | Você pode usar essa tag na página de nível superior do seu site para verificar a titularidade para as nossas Ferramentas para webmasters. Observe que, embora os valores dos atributos "name" e "content" devam corresponder exatamente ao que é fornecido por você (incluindo letras maiúsculas e minúsculas), não importa se você altera a tag de XHTML para HTML ou se o formato da tag corresponde ao formato da sua página. Mais informações |
| <meta http-equiv="Content-Type" content="...; charset=..." /> | Essa meta tag define o tipo de conteúdo e conjunto de caracteres da página. Verifique se o valor do atributo de conteúdo está entre aspas - caso não esteja, o atributo de conjunto de caracteres poderá ser interpretado incorretamente. Mais informações |
| <meta http-equiv="refresh" content="...;url=..." /> | Essa meta tag envia o usuário a um novo URL após um determinado período de tempo e, muitas vezes, é usada como uma forma simples de redirecionamento. Porém, nem todos os navegadores oferecem suporte a ela e pode confundir o usuário. O W3Crecomenda que essa tag não seja usada. Recomendamos o uso de um redirecionamento 301 no servidor. |
- O Google lê tanto meta tags no estilo HTML quanto XHTML, independentemente do código usado na página.
- Exceto no caso de "verificar", a distinção entre maiúsculas e minúsculas não é importante nas meta tags.
FONTE: http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=pt-BR&answer=79812
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